
Segundo as manifestantes, elas cumprem pena em regime semiaberto e, mesmo assim, foram proibidas de entrar no presídio para realizar as visitas regulares aos maridos. O grupo afirma que tem seguido todas as normas judiciais e de segurança exigidas, mas que, sem explicações claras, a administração penitenciária vem negando o acesso.
As mulheres pedem que as autoridades competentes, incluindo a direção do presídio e a Secretaria de Administração Penitenciária (IAPEN), revejam a decisão e garantam o direito às visitas, considerado essencial para o fortalecimento dos vínculos familiares e para o processo de ressocialização dos detentos.
O caso ganhou repercussão local e deve ser acompanhado por órgãos de direitos humanos e pela Defensoria Pública do Estado.
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