
Uma ação conjunta das Forças Táticas do 1º e 2º Batalhão da Polícia Militar, com apoio da RP-107, do Esquadrão Águia, terminou com a prisão de Bruno dos Santos Peixoto, conhecido como “Favela”, no final da tarde deste sábado (19), na região do bairro Ilson Ribeiro, em Rio Branco.
Segundo informações da Polícia Militar, Bruno era alvo de um mandado de prisão em aberto e estaria circulando pela região, com a possibilidade de estar armado
A ocorrência começou após a equipe de Inteligência do 1º Batalhão repassar as informações às equipes operacionais. Os policiais foram até o endereço indicado e montaram um cerco para tentar localizar o suspeito.
Durante a aproximação, os militares teriam percebido, pela fresta do portão, um forte odor característico de uma substância semelhante a skunk. Ainda conforme o relato policial, Bruno foi visualizado dentro do imóvel portando uma faca e manuseando sacos plásticos.

Os policiais chamaram pelos moradores, mas não obtiveram resposta. Nesse momento, Bruno teria tentado fugir, sendo contido pela equipe.
Durante a abordagem, os militares relataram que o suspeito teria arremessado um aparelho celular para o quintal de uma residência vizinha. O telefone foi localizado e recuperado posteriormente.
Na revista pessoal, foram encontrados R$ 72 em dinheiro, distribuídos em diversas cédulas. Uma consulta aos sistemas de segurança confirmou a existência do mandado de prisão contra Bruno.
Durante a averiguação do imóvel, os policiais localizaram sobre uma mesa, onde o homem estaria anteriormente, diversos sacos plásticos, uma tesoura, duas facas e aproximadamente 76 gramas de uma substância com características semelhantes a skunk.
Segundo a polícia, após ser informado sobre seus direitos, Bruno apresentou sua versão dos fatos e teria declarado que iria começar a embalar o material. Ele também teria afirmado que tentou arremessar o aparelho porque havia registros de ocorrências armazenados no dispositivo.
Diante da situação, Bruno recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA), juntamente com o dinheiro, aparelho celular, objetos e material apreendidos.
O caso foi apresentado à autoridade policial, que deverá realizar os procedimentos cabíveis e dar continuidade à apuração.
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