
Um homem identificado como Gleydielton Gomes, de 32 anos, foi preso em flagrante por suspeita de tráfico de drogas na noite desta sexta-feira (14), durante uma ação da Força Tática 01 do 3º BPM, no bairro Chico Mendes, em Rio Branco.
Segundo informações da Polícia Militar, a equipe realizava uma incursão a pé em um beco localizado na região conhecida como Vale do Açaí, apontada como área de incidência do comércio de entorpecentes.
Durante o patrulhamento, os policiais visualizaram um homem e uma mulher retirando uma mochila que estava escondida sob uma árvore. O casal deixou o local rapidamente e não foi possível realizar a abordagem naquele momento.
Pouco depois, um homem saiu de um portão próximo, apresentou comportamento suspeito e caminhou até o mesmo ponto onde a mochila havia sido retirada. Em seguida, tentou retornar para o quintal da residência.
Diante da fundada suspeita, os militares realizaram a abordagem. O homem foi identificado como Gleydielton Gomes.
Durante a revista pessoal, os policiais encontraram seis porções de uma substância com características semelhantes à cocaína.
Questionado sobre o material, Gleydielton teria relatado que morava na residência com a esposa havia aproximadamente um mês e que estaria realizando a venda de drogas para o homem e a mulher que haviam deixado o local momentos antes com a mochila.
Ainda conforme o relato policial, o suspeito afirmou que não estava com dinheiro proveniente da venda dos entorpecentes porque o casal teria levado o dinheiro consigo.
Os policiais então retornaram ao ponto onde Gleydielton havia sido visto anteriormente. Durante as buscas, encontraram, debaixo das árvores, mais 36 porções de uma substância com características semelhantes à cocaína, acondicionadas dentro de um saco plástico.
Ao todo, foram apreendidas 42 porções de material análogo à cocaína.
Diante dos elementos encontrados, Gleydielton recebeu voz de prisão em flagrante por suspeita de tráfico de drogas.
O material apreendido e o suspeito foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes (DEFLA), onde o caso foi apresentado à autoridade policial.
A Polícia Civil deverá dar continuidade às investigações para esclarecer a origem dos entorpecentes e apurar a possível participação das demais pessoas mencionadas pelo suspeito.
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