
Uma ação rápida da Polícia Militar resultou na prisão de quatro suspeitos de envolvimento em um roubo a uma mercearia na noite desta terça-feira (29), em Rio Branco.
De acordo com informações da guarnição, a equipe da Força Tática do 1º Batalhão foi acionada via COPOM para atender a uma ocorrência de roubo na Mercearia e Distribuidora, localizada na Rua Marechal Eduardo Gomes, no bairro Adalto Frota.
No local, foi constatado que dois indivíduos armados invadiram o estabelecimento, renderam as vítimas e subtraíram dois aparelhos celulares, além de aproximadamente R$ 410 em dinheiro. Após a ação, os criminosos fugiram em um veículo modelo Renault Kwid.
Com base nas informações e imagens do circuito interno de segurança, os policiais iniciaram diligências e receberam denúncia anônima informando que o carro utilizado na fuga havia atolado na Estrada Irineu Serra e que os suspeitos tentavam fugir a pé.
A equipe se deslocou até o local e conseguiu abordar quatro indivíduos. Três deles ainda tentaram fugir, mas foram contidos pelos policiais.Durante a abordagem, foram apreendidas duas armas de fogo, recuperados os celulares roubados e o dinheiro levado durante o crime.

Os suspeitos foram identificados como Luiz Felipe da Páscoa Souza, Lucas Riqueime Schimaltz, Renato Felipe Sales da Silva.

Em depoimento, Luiz Felipe afirmou que atuou como motorista do veículo utilizado na fuga, enquanto Lucas e Renato confessaram participação direta no roubo, sendo responsáveis por entrar no estabelecimento e realizar a subtração dos bens. Um motorista de aplicativo e afirmou que foi acionado apenas para realizar uma corrida.
Os suspeitos, juntamente com as armas, os objetos recuperados, o dinheiro e os veículos utilizados na ação — um Renault Kwid e um VW Voyage — foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes (Defla) para os procedimentos legais.
A polícia também informou que três dos detidos são suspeitos de integrar uma organização criminosa e podem estar envolvidos em outros roubos com o mesmo modus operandi, com o objetivo de financiar ações contra facções rivais. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
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